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OS Domains
Engajamento one-time · Migração gerenciada de fornecedor

Migração de infraestrutura de email com cutover gradual que preserva reputação durante a transição

A migração de infraestrutura de e-mail é o processo estruturado de mover o envio de um ESP para outro provedor sem perder reputação, entregabilidade nem continuidade, com aquecimento de IPs, cutover coordenado e critérios de sucesso documentados. A OS Domains executa migrações para empresas brasileiras que saem de um ESP estadunidense, em quatro fases sequenciais com critérios de sucesso explícitos, aquecimento incluído e uma garantia de placement equivalente ou superior, sob entidade austríaca residente na UE.

A maioria das migrações de fornecedor de email acaba mal porque é feita como cutover abrupto: cliente troca fornecedor, redireciona DNS, e descobre nos próximos 7 a 14 dias que perdeu placement em receivers críticos porque não houve aquecimento adequado e a reputação herdada não transferiu. A gente faz cutover gradual: aquecimento de IPs novos em paralelo com fornecedor anterior continuando a receber tráfego, rotação de DKIM com período de validade dupla, transição controlada ao longo de 4 a 6 semanas. Para empresa brasileira saindo de SendGrid, Mailgun, Postmark, Mailchimp Transactional, AWS SES, ou migrando entre ESPs brasileiros e internacionais. Tarifa fixa de €499 a €5.999 dependendo da complexidade da operação.

Em breve

  • Processo em quatro fases sequenciais com critérios de sucesso explícitos por fase e cutover coordenado, em vez de um corte às cegas que arrisca a entregabilidade.
  • Três faixas (pagamento único): Standard 499 €, Pro 1.999 € (o mais contratado) e Enterprise a partir de 5.999 €, conforme volume e complexidade.
  • Aquecimento de IPs incluído com curva ajustada e migração de suppression lists, templates e configuração, com 30 a 60 dias de suporte pós-engagement.
  • Garantia de placement equivalente ou superior com métricas documentadas, em vez da perda de reputação de uma troca improvisada.
  • Migração drop-in a partir de SendGrid, Mailgun, SparkPost ou Amazon SES para infraestrutura UE sob entidade austríaca, com DPA e addendum LGPD para o remetente brasileiro.
O que esse engajamento resolve

Para empresa brasileira que decidiu mudar de fornecedor mas quer evitar o desastre comum de cutover abrupto sem plano

A migração de fornecedor de email é uma das operações mais cara em termos de risco operacional dentro do trabalho de TI. Quando feita errado (cutover abrupto sem aquecimento, troca de DKIM sem janela de validade dupla, redirecionamento de SPF que não inclui os IPs novos durante a transição, lista de suppression não importada do fornecedor anterior), o resultado típico é queda de placement entre 30% e 60% nos primeiros 14 dias após a migração, com impacto direto em receita perdida (recuperação de senha não chegando, confirmação de pedido em spam, alerta crítico não entregue) e em churn de cliente final. Várias empresas brasileiras viveram esse cenário ao longo dos últimos 5 anos, e o trauma fica documentado em discussões internas de TI.

A gente entrega migração estruturada como engajamento one-time com escopo fechado. O processo padrão envolve quatro fases sequenciais. Primeiro, auditoria do estado atual com mapeamento da infraestrutura existente (fornecedor atual, IPs em uso, domínios envolvidos, fontes de envio paralelas, integrações com aplicação do cliente). Segundo, preparação da infraestrutura de destino com aquecimento de IPs novos em paralelo com fornecedor anterior continuando ativo, rotação de DKIM com janela de validade dupla, ajuste de SPF para incluir os IPs novos. Terceiro, cutover gradual com aumento controlado do tráfego para os IPs novos ao longo de 14 a 28 dias dependendo do volume. Quarto, validação pós-migração com confirmação de placement equivalente ou superior em todos os receivers críticos, e fechamento com documentação completa.

Quem contrata: empresa brasileira em quatro perfis principais. Primeiro: empresa saindo de SendGrid, Mailgun, ou Postmark por motivo de Schrems II ou exigência de DPA europeu (que apareceu cada vez mais em 2024 e 2025 em procurement de cliente europeu). Segundo: empresa saindo de fornecedor americano por motivo de custo em volume alto (acima de 5 milhões emails/mês, onde fornecedor europeu fica mais econômico). Terceiro: empresa migrando saindo de Mailchimp Transactional (Mandrill) que mudou várias vezes de preço e política nos últimos anos, gerando desconforto em base de cliente. Quarto: empresa migrando entre nossos próprios produtos (saindo de SMTP Relay para Email API EU, ou saindo de Email API EU para Servidores de Envio dedicados conforme escala muda). Cada perfil tem cenário próprio com complexidade própria.

Quando não vale a pena contratar engajamento gerenciado: para empresa brasileira pequena com volume baixo (abaixo de 100 mil emails/mês) saindo de fornecedor barato para outro fornecedor barato, a migração pode ser feita pelo time interno em 1 a 2 semanas usando documentação pública do fornecedor de destino. O custo de €499 a €5.999 não tem ROI claro para esse caso. Para empresa que está migrando dentro do mesmo fornecedor (mudança de plano, troca de IP dentro do mesmo provedor), o trabalho é interno e a gente não tem produto para isso. Para empresa que precisa migração emergencial (cutover em menos de 7 dias por motivo de força maior), oferecemos modalidade acelerada com adicional de 100% no valor, mas recomendamos avaliar se a urgência é real ou se o cutover gradual padrão atende.

Sobre estrutura tributária para empresa brasileira: fatura sai em euros de Viena, com tributação de importação de serviço somando 30% a 45% sobre valor. Para tier Standard a €499, custo total chega à faixa de €640 a €725. Para Pro a €1.999, fica entre €2.600 e €2.900. Para Enterprise a €5.999, depende do escopo customizado. Para clientes que migram para infraestrutura nossa (Email API EU, SMTP Relay, Cold Email Infrastructure, Servidores de Envio), o custo do engajamento é creditado integralmente nos primeiros 3 meses do serviço gerenciado. Esse mecanismo elimina duplicidade quando o cliente já decidiu migrar para nossos produtos.

A última observação. A migração tem garantia de 30 dias na infraestrutura nova. Se nos 30 dias seguintes ao cutover completo o placement em receivers críticos ficar abaixo do que estava no fornecedor anterior, fazemos investigação e correção sem custo adicional dentro do escopo original. Se a investigação identificar que o problema vem do lado do cliente (mudança operacional não comunicada, lista que degradou independentemente, conteúdo que mudou), trabalhamos a correção em escopo separado com cobrança proporcional. Em 7 anos operando o produto, a taxa de garantia acionada fica abaixo de 4%, e a maioria desses casos é resolvida com investigação simples nos primeiros 14 dias pós-cutover.

Vale uma observação adicional sobre como o mercado brasileiro de fornecedores de email vem evoluindo nos últimos 5 anos, porque o cenário de migração tem padrões que aparecem repetidamente. Antes de 2020, a maioria das empresas brasileiras de SaaS B2B com volume relevante usava SendGrid (e antes do SendGrid ser comprado pela Twilio, isso era praticamente padrão de mercado). Entre 2020 e 2022, várias migrações aconteceram saindo de SendGrid para alternativas, principalmente Mailgun e Postmark, por motivo de preço e qualidade de suporte técnico que time brasileiro encontrava em conversa. Entre 2023 e 2024, o cenário mudou novamente quando Schrems II e exigência de DPA europeu apareceram em procurement de cliente europeu de empresa brasileira exportando software, e migrações começaram a sair de fornecedores americanos para fornecedores europeus (incluindo nosso). Para 2025 e 2026, o padrão que aparece é diversificação consciente: empresa brasileira que entende que ESP nativo americano é ótimo para audiência americana mas não atende cliente europeu regulado, então tipicamente mantém fornecedor americano para parte do volume e adiciona fornecedor europeu para a parte que precisa.

Sobre o lado de plataforma de email marketing brasileiro (separado do email transacional), a migração tem dinâmica diferente. Para empresa brasileira mandando campanha de marketing para audiência brasileira via Locaweb Email Marketing, RD Station, Mailbiz ou ActiveCampaign Brasil, a migração para fornecedor europeu geralmente não faz sentido porque audiência brasileira tem dinâmica de placement onde IP brasileiro com origem em datacenter de São Paulo entrega resultado melhor. A gente especificamente não faz migração saindo de plataforma de email marketing brasileira para fornecedor europeu nesses casos, e indicamos manutenção do ESP brasileiro quando o uso é só audiência brasileira. Para audiência mista (BR + UE + EUA), recomendamos arquitetura segregada com ESP brasileiro para volume brasileiro doméstico e nossa infraestrutura para volume internacional.

Como o engajamento funciona

Quatro fases sequenciais cobrindo do diagnóstico do estado atual até a estabilização final pós-cutover

A metodologia segue padrão fixo. Duração de cada fase varia conforme cenário (volume da operação, complexidade da integração, número de domínios e IPs envolvidos).

01

Auditoria do estado atual em 5 a 10 dias úteis

Mapeamento completo da infraestrutura existente: fornecedor atual em uso e todos os fornecedores secundários paralelos, IPs em uso por categoria de tráfego, domínios envolvidos no envio principal e em subdomínios, integrações da aplicação do cliente que acoplam à API do fornecedor atual, lista de suppression existente que precisa ser portada, autenticação SPF/DKIM/DMARC publicada. Saída: relatório de pré-migração com plano de cutover detalhado, timeline estimado e dependências documentadas.

02

Preparação da infraestrutura de destino em 7 a 21 dias úteis

Configuração da infraestrutura nova com aquecimento de IPs em paralelo ao fornecedor atual: aquisição ou alocação de IPs dedicados quando aplicável, configuração inicial do MTA na infraestrutura de destino, rotação de DKIM com publicação de chave nova simultaneamente com chave anterior (janela de validade dupla de 90 dias), atualização gradual de SPF para incluir os IPs novos sem remover os antigos, import da lista de suppression do fornecedor anterior. Aquecimento de IPs novos em paralelo continua até estabilização suficiente para iniciar cutover.

03

Cutover gradual em 14 a 28 dias

Aumento controlado do tráfego para a infraestrutura nova com diminuição proporcional do fornecedor anterior. Curva típica: dia 1 com 10% para infraestrutura nova, dia 7 com 30%, dia 14 com 60%, dia 21 com 90%, dia 28 com 100%. Em cada incremento, validação de placement em todos os receivers críticos, identificação de problema, ajuste fino se aparecer sinal negativo. Fornecedor anterior continua ativo até 100% do tráfego estar redirecionado, com possibilidade de rollback parcial em qualquer momento se aparecer impacto.

04

Validação pós-migração e fechamento

Após cutover completo (100% do tráfego na infraestrutura nova), monitoramento continuado por 14 a 21 dias adicionais para confirmar estabilização. Validação de placement equivalente ou superior em receivers críticos, taxa de bounce e complaint estabilizada nos níveis pré-migração, integração da aplicação do cliente funcionando com a API ou SMTP novo. Relatório de fechamento documentando a migração completa. Para clientes do tier Pro e Enterprise, transição para Monitoramento de Entregabilidade contínuo com 50% de desconto nos primeiros 3 meses pós-migração.

Cenários brasileiros típicos

Que cinco perfis de cliente brasileiro contrataram a migração nos últimos dois anos?

Cenários compostos baseados em padrões reais de empresas brasileiras que contrataram migração entre 2024 e 2025.

Cenário 01

SaaS brasileiro saindo de SendGrid por exigência de cliente europeu

SaaS B2B brasileiro Série C vendendo software de gestão para banco e fintech europeia, com volume de 4 milhões emails transacionais por mês via SendGrid. Em 2024, três clientes europeus (banco regional alemão, seguradora holandesa, fintech britânica) levantaram Schrems II em renovação contratual e exigiram migração para fornecedor com soberania europeia documentada. SaaS contratou tier Pro a €1.999 para migração para Email API EU nossa. Engajamento total de 5 semanas: auditoria 1 semana, preparação e aquecimento 2 semanas, cutover 2 semanas. Placement equivalente ao SendGrid em todos os receivers críticos. Os três clientes europeus aceitaram a documentação nova e renovaram contratos.

Cenário 02

E-commerce brasileiro saindo de Mailchimp Transactional após mudança de preço

E-commerce brasileiro de moda usando Mandrill desde 2018 com volume de 8 milhões emails/mês. Em 2024, Mailchimp anunciou nova mudança de preço com aumento estimado de 40% em volume alto, sem flexibilidade de negociação para clientes brasileiros. Cliente decidiu migrar para infraestrutura europeia. Contratou tier Pro a €1.999. Migração para nossa Email API EU em 6 semanas. Suppression list de 1.2 milhão de endereços portada com sucesso. Templates de email recriados na nossa plataforma (custo adicional de €299 inclusos no Pro). Economia mensal de €1.800 estimada após migração, ROI de 4 meses considerando custo do engajamento.

Cenário 03

Fintech brasileira migrando AWS SES para infraestrutura própria com PowerMTA

Fintech brasileira autorizada pelo BACEN com volume de 15 milhões de emails/mês usando AWS SES (que tinha alocação de IP em datacenter de São Paulo). Decisão estratégica de migrar para PowerMTA self-hosted em datacenter europeu por motivo de controle técnico (configuração customizada de queue management, retry strategy específica) e conformidade documentada com Resolução BCB 4.658/2018. Contratou tier Enterprise a €5.999. Engajamento de 12 semanas incluindo aquecimento de 8 IPs dedicados, configuração customizada de PowerMTA, integração com SIEM corporativo, documentação para auditoria interna. Cutover bem-sucedido com placement equivalente ao AWS SES.

Cenário 04

Agência brasileira de cold email migrando entre fornecedores especializados

Agência brasileira de cold email com 25 clientes ativos usando fornecedor americano de pool compartilhado para envio. O fornecedor mudou política em 2024 reduzindo segregação por cliente, o que gerou contaminação cruzada de reputação. Agência decidiu migrar para infraestrutura nossa com IPs dedicados por cliente. Contratou tier Pro a €1.999. Engajamento de 7 semanas para migração de 15 clientes em paralelo (escopo de Pack 30 e Pack 100 da nossa Cold Email Infrastructure). Aquecimento dos novos IPs feito em paralelo ao fornecedor anterior continuar ativo. Placement em Outlook 365 corporativo europeu melhorou de 65% para 87% na média ao final da migração.

Cenário 05

Empresa brasileira listada em B3 migrando ESP brasileiro para infraestrutura europeia para subsidiária europeia

Empresa brasileira de varejo digital listada em B3 com filial europeia (Portugal e Espanha). Operação brasileira usava ESP doméstico (Locaweb Email Marketing), operação europeia usava SendGrid US. Time de TI consolidou que operação europeia precisava de fornecedor europeu por causa de procurement de cliente regulado, e fez sentido manter operação brasileira no ESP doméstico mas mover operação europeia para infraestrutura europeia. Contratou tier Pro a €1.999 para migrar só a operação europeia (volume de 2 milhões emails/mês para audiência europeia) saindo de SendGrid para nossa Email API EU. Engajamento de 4 semanas. Manteve operação brasileira em Locaweb sem mudança.

Tiers do engajamento

Três faixas conforme complexidade da migração

O tier escolhido depende do volume da operação, número de domínios e IPs envolvidos no engajamento, e complexidade da integração com aplicação do cliente.

Standard

Para migração simples de fornecedor para fornecedor sem complicação adicional.

€499 one-time

Engajamento total entre 30 e 35 dias incluindo validação pós-migração

Ideal para

Volume entre 100 mil e 1 milhão emails/mês, 1 domínio principal, integração simples via API ou SMTP padrão. SaaS pequeno saindo de SendGrid Free Tier para nossa Email API EU.

  • Auditoria do estado atual em 5 dias
  • Preparação da infraestrutura nova
  • Aquecimento de até 1 IP dedicado
  • Cutover gradual em 14 a 21 dias
  • Import de suppression list (até 100 mil endereços)
  • Validação pós-migração de 14 dias
  • Garantia de 30 dias
Contratar Standard
Mais escolhido

Pro

O tier que a maioria contrata. Cobre cenário típico de SaaS médio e e-commerce.

€1.999 one-time

Engajamento total 35 a 50 dias incluindo validação pós-cutover

Ideal para

Volume entre 1 milhão e 10 milhões emails/mês, 2 a 5 domínios, integração com aplicação custom. SaaS Série A ou B, e-commerce de porte grande, migração entre fornecedores especializados.

  • Tudo do Standard, mais:
  • Aquecimento de até 4 IPs dedicados
  • Suporte para até 5 domínios
  • Coordenação com fornecedor anterior
  • Migração de templates (até 50)
  • Import de suppression list (até 1 milhão)
  • Procedimento de rollback documentado
  • Slack Connect compartilhado durante engajamento
Contratar Pro

Enterprise

Para operação grande, migração multi-plataforma ou operação regulada.

€5.999+ one-time

Engajamento total 60 a 90 dias dependendo da complexidade técnica da migração

Ideal para

Volume acima de 10 milhões emails/mês, 5 ou mais domínios, banco, fintech autorizada BACEN, healthtech ANVISA, listada em B3, migração para PowerMTA ou KumoMTA self-hosted.

  • Tudo do Pro, mais:
  • Aquecimento ilimitado de IPs
  • Suporte para domínios ilimitados
  • Configuração customizada de MTA na infraestrutura de destino
  • Integração com SIEM corporativo do cliente
  • Cláusula contratual compatível com BACEN, ANVISA ou setor público
  • Engenheiro lead dedicado parcial
  • PagerDuty integration
  • Auditoria forense pré-migração
Falar com vendas

Preço em euros, fatura emitida em Viena, Áustria, tributação de importação de serviço somando 30% a 45% adicional. Para clientes que migram para infraestrutura nossa (Email API EU, SMTP Relay, Cold Email Infrastructure, Servidores de Envio), o valor pago no engajamento é creditado integralmente nos primeiros 3 meses do serviço gerenciado. Garantia de 30 dias na infraestrutura nova com investigação e correção de problema sem custo adicional. Engajamento one-time com escopo fechado documentado em contrato.

Perguntas reais

O que os prospects perguntam antes de contratar?

Por que contratar migração gerenciada quando o time interno consegue fazer trocando credencial?

Trocar credencial é parte fácil. As partes difíceis são aquecimento de IPs novos (4 a 6 semanas de trabalho operacional contínuo), rotação de DKIM com janela de validade dupla (que exige coordenação cuidadosa para não quebrar assinatura em mensagem em trânsito), import de suppression list em formato compatível, coordenação com fornecedor anterior se aparece dúvida durante o cutover, validação de placement em receivers críticos, e procedimento de rollback se algo dá errado. Time interno que faz "só trocar credencial" tipicamente perde placement entre 30% e 60% nos primeiros 14 dias e leva 60 a 90 dias para recuperar. O engajamento gerenciado evita essa perda. Para SaaS com volume relevante e cliente final dependendo do email funcionando, o cálculo de ROI fecha facilmente.

Vocês trabalham com migração saindo de SendGrid, Mailgun ou Postmark especificamente?

Sim, com os três. SendGrid é o caso mais comum (acima de 50% das migrações para nossa Email API EU vêm de lá). Mailgun e Postmark aparecem com frequência menor mas regular. Para os três, a equipe tem playbook documentado: padrão de export de suppression list, formato de migração de templates, particularidades de webhook (SendGrid Event Webhook vs Mailgun webhook usam estruturas diferentes), padrão de rotação de DKIM com janela de validade dupla. Para Postmark especificamente, a integração de cliente costuma ser mais simples porque a API do Postmark é menos opinativa que SendGrid em features.

Quanto tempo dura a migração na prática para um SaaS típico brasileiro?

Para SaaS brasileiro com volume entre 1 e 5 milhões emails/mês saindo de SendGrid ou Mailgun para nossa Email API EU, a migração completa leva 5 a 7 semanas no tier Pro. Distribuição típica: 1 semana de auditoria do estado atual, 2 a 3 semanas de aquecimento de IPs novos em paralelo ao fornecedor anterior, 2 a 3 semanas de cutover gradual ao longo da curva, 1 semana de validação pós-cutover. Para empresa que precisa migração mais rápida (cutover em 30 dias por motivo comercial), oferecemos modalidade acelerada com adicional de 50% no valor, mas com expectativa ajustada de risco residual.

A migração funciona se eu tenho aplicação custom em Node, Python, Ruby ou PHP?

Sim. A nossa Email API EU é compatível em padrão com SendGrid v3 API e Mailgun v4 API em verbos comuns, então aplicação custom que falava com SendGrid ou Mailgun via SDK oficial pode migrar trocando a chave de API e o domínio do endpoint, sem reescrita significativa. Para aplicação que usa feature específica de fornecedor anterior (template engine de SendGrid com variáveis customizadas, scheduled send específico de Mailgun, click tracking de Postmark), a equipe identifica diferenças de comportamento durante a auditoria e documenta os ajustes mínimos necessários no código da aplicação. A maioria dos clientes brasileiros consegue migrar com mudança de 5 a 30 linhas de código no máximo.

O que acontece com webhooks da aplicação durante a migração?

Webhooks são parte crítica e são tratados com cuidado durante o engajamento. Durante a fase de cutover gradual (10% para infraestrutura nova, 30%, 60%, 90%, 100%), a aplicação do cliente recebe webhooks dos dois fornecedores em paralelo. A gente entrega documentação clara para que a aplicação saiba diferenciar e processar os dois fluxos sem duplicidade. Para clientes que preferem ter um único fluxo, oferecemos endpoint intermediário nosso que normaliza webhooks dos dois fornecedores em formato unificado durante a transição. Pós-cutover completo, fornecedor anterior é desligado e o fluxo único fica com a infraestrutura nova.

Como funciona a coordenação com fornecedor anterior durante o cutover?

Para SendGrid, Mailgun, Postmark, AWS SES e Mailchimp Transactional, a equipe tem relação operacional via documentação pública dos fornecedores e via canais de suporte estabelecidos (não há "parceria comercial" formal, mas há fluxo conhecido de comunicação técnica). Durante o engajamento, a gente coordena com suporte do fornecedor anterior quando aparece necessidade (esclarecimento sobre formato de export específico, dúvida sobre comportamento de webhook, validação de procedimento de cancelamento de plano). Para fornecedor brasileiro (Locaweb Email Marketing, RD Station, Mailbiz), a coordenação acontece em português direto com suporte técnico brasileiro de cada um.

A migração afeta o ESP brasileiro que usamos para campanha de marketing em paralelo?

Não. A migração cobre só o componente que o cliente está migrando (tipicamente email transacional via API ou MTA dedicado). Se o cliente usa simultaneamente nossa Email API EU para transacional internacional + Locaweb Email Marketing ou RD Station para marketing brasileiro, a migração mexe só no transacional internacional. O ESP brasileiro segue funcionando normalmente. Para empresas brasileiras com setup misto (que é cada vez mais comum), a separação clara entre fornecedores por caso de uso é desejável e a gente respeita isso na arquitetura.

Vocês oferecem migração para fora da infraestrutura de vocês também?

Sim. O produto roda nos dois sentidos. Já fizemos várias migrações de clientes saindo da nossa infraestrutura para outros fornecedores (consolidação de stack, decisão de procurement, mandato regulatório), e fazemos com a mesma rigor da migração entrando. Sem fricção, sem retenção, sem cobrança especial. Os dados do cliente exportam limpos, os domínios transferem limpos. A gente prefere ter ex-cliente que volta no futuro do que ter cliente preso por dificuldade artificial de saída. Várias empresas brasileiras passaram pelos dois lados (entraram, ficaram alguns anos, saíram quando o caso mudou).

O que acontece se eu precisar fazer rollback no meio do cutover?

Rollback parcial é parte do procedimento padrão. Em qualquer ponto da curva de cutover gradual (antes do 100%), a gente pode reverter o tráfego para o fornecedor anterior em até 60 minutos via mudança de SPF e ajuste de balanceamento na aplicação do cliente. O rollback é mais difícil quando 100% já foi atingido e o fornecedor anterior foi cancelado, mas mesmo nesse caso a gente pode reverter em 24 a 48 horas se aparecer necessidade. Em 7 anos operando o produto, rollback foi acionado em menos de 3% das migrações, e nenhum caso resultou em perda de dado ou impacto operacional permanente.

Como funciona a tributação para empresa brasileira pagando o engajamento?

Empresa brasileira contratante fica sujeita à tributação de importação de serviço (IRRF, ISS, PIS-Importação, COFINS-Importação) somando 30% a 45% sobre o valor da fatura. Para tier Standard a €499, custo total chega entre €640 e €725. Para Pro a €1.999, fica entre €2.600 e €2.900. Pagamento via cartão de crédito internacional, wire transfer SWIFT em euros, ou SEPA para empresa com filial europeia. A documentação fiscal sai com detalhamento que o departamento financeiro brasileiro precisa para classificar como importação de serviço no fechamento contábil.

Vocês trabalham com migração de banco brasileiro especificamente?

Sim, no tier Enterprise com termos contratuais customizados. Para banco brasileiro autorizado pelo BACEN, fintech sob regulação BACEN, healthtech sob ANVISA ou fornecedor de setor público, o contrato inclui cláusula compatível com regulação aplicável, auditoria forense pré-migração detalhada, integração com SIEM corporativo do cliente, e documentação que entra como evidência no relatório de conformidade do auditor regulatório. A negociação dos termos leva 4 a 8 semanas adicionais antes do início da migração efetiva, e envolve jurídico do banco coordenando com nosso jurídico austríaco mais escritório parceiro brasileiro.

Se descobrirmos durante a migração que a infraestrutura nova não atende, podemos cancelar?

Sim, com proporcionalidade. Se durante a auditoria pré-migração ou na primeira fase de aquecimento aparecer fato novo que torne a migração inviável (mudança de prioridade do cliente, descoberta de incompatibilidade técnica que não havia sido identificada, mudança regulatória que afeta a decisão), o cliente pode cancelar com cobrança proporcional ao trabalho executado. Para cancelamento na auditoria, cobrança fica em 30% do valor; nas primeiras 2 semanas de aquecimento, 50%; após início do cutover, 75%; após cutover completo, 100%. A política protege os dois lados de descobertas tardias durante o engajamento.

A migração inclui treinamento da equipe interna do cliente para operar a nova plataforma?

Inclui apresentação de fechamento por videocall (45 a 90 minutos dependendo do tier) com a equipe de DevOps, marketing ou TI do cliente, cobrindo: como acessar o painel, como ler métricas operacionais, padrões de alerta esperados, contatos para suporte, procedimento para incidente. Não substitui treinamento técnico aprofundado em operação de MTA self-hosted (PowerMTA, KumoMTA, MailerQ). Para clientes que estão migrando para infraestrutura própria com self-hosted MTA pela primeira vez, recomendamos consultoria adicional paga separada para treinamento operacional. A consultoria custa €299 por dia de engenheiro, e a maioria dos casos exige 2 a 4 dias.

Como funciona durante a migração o tratamento dos dados pessoais sob LGPD?

Durante a migração, dados pessoais do cliente (suppression list, lista de envio com endereços, log de envio histórico) são processados conforme DPA assinado no início do engajamento. A LGPD aplica para os dados pessoais de pessoa física brasileira tratados durante o engajamento, e a gente trata como operadora dentro do escopo do contrato. Para empresa brasileira controladora, a gente é mais um operador que aparece no Relatório de Impacto à Proteção de Dados Pessoais (RIPD). A documentação técnica do engajamento serve como evidência da relação operadora-controladora exigida pelos artigos 39 e 40 da LGPD. Para empresa em setor regulado, a cláusula adicional negociada cobre exigências específicas (BACEN, ANVISA, setor público).

A migração saindo de fornecedor americano resolve a preocupação Schrems II completamente?

Resolve para a parte de email transacional ou marketing migrada. Para a empresa brasileira que tinha SendGrid ou Mailgun como sub-processador americano e migra para nossa Email API EU como sub-processador europeu, o questionário de procurement de cliente europeu pode ser respondido com sub-processador europeu documentado, eliminando a bandeira amarela Schrems II especificamente para a relação de email. Schrems II como tema mais amplo (transferência transatlântica de dado pessoal entre UE e EUA) afeta vários sub-processadores (cloud, analytics, CRM), e migração de email cobre só a relação de email. Para empresa que precisa cobertura completa de Schrems II em toda a stack tecnológica, a migração de email é uma das peças de um projeto mais amplo.

Vocês têm caso brasileiro onde a migração foi mal e o cliente teve que voltar?

Em 7 anos operando o produto, a taxa de migração revertida fica abaixo de 2%. Os casos onde aconteceu reversão tiveram dois padrões. Primeiro: cliente brasileiro descobriu durante a migração que o uso real de feature específica do fornecedor anterior era maior do que havia identificado na auditoria (template engine custom, scheduled send específico, dashboard analytics específico) e a migração para infraestrutura sem essas features virou problema operacional não aceitável. Segundo: cliente brasileiro com expectativa errada sobre o que aquecimento entrega (esperava placement maior em receivers brasileiros locais que a infraestrutura europeia não otimiza). Para os dois cenários, a reversão foi feita rapidamente com cobrança proporcional, e o cliente continuou no fornecedor anterior. A documentação dos casos serve para melhorar a auditoria pré-migração e identificar padrões antes do engajamento começar.

A migração funciona durante o Black Friday brasileiro com pico de envio?

Não recomendamos cutover durante o Black Friday brasileiro (última semana de novembro até a Cyber Monday seguinte) porque o pico de tráfego nessa janela distorce os sinais de placement que receivers usam para classificar reputação durante a curva de cutover. Para clientes que precisam estar com infraestrutura nova ativa antes do Black Friday, recomendamos contratar engajamento com pelo menos 90 dias de antecedência (engajamento começando em meados de agosto para terminar antes da última semana de novembro). Para clientes que descobrem necessidade tarde demais (já em outubro com Black Friday no horizonte), recomendamos adiar a migração para janeiro do ano seguinte, fazendo Black Friday no fornecedor atual e migrando depois com calma. A pressão de prazo durante Black Friday raramente compensa o risco operacional.

Os engenheiros que fazem a migração são os mesmos que operam a infraestrutura de destino?

Sim. A migração é conduzida pelos mesmos engenheiros operacionais que rodam a infraestrutura de destino em produção (Email API EU, SMTP Relay, Cold Email Infrastructure, ou Servidores de Envio com PowerMTA, KumoMTA ou MailerQ). A familiaridade com a infraestrutura de destino significa que ajustes finos durante o aquecimento e o cutover são feitos com conhecimento específico de como a infraestrutura responde, em vez de seguir playbook genérico. O engenheiro lead da migração assina o relatório de fechamento com nome e papel identificado, e fica disponível como ponto de contato durante os 30 dias de garantia pós-cutover.

Como funciona o suporte durante a migração?

Durante o engajamento de migração, o cliente tem acesso a engenheiro lead identificado por nome para questões técnicas e a Slack Connect compartilhado durante toda a duração do engajamento. Resposta dentro de 8 horas úteis para questão padrão, dentro de 4 horas úteis para incidente crítico no tier Pro, e dentro de 1 hora para incidente crítico no tier Enterprise. Comunicação em português brasileiro durante todo o engajamento. Painel atualizado diariamente com status da curva (volume migrado, placement por receiver, taxa de bounce, taxa de complaint). Para clientes do tier Enterprise, integração com PagerDuty para alerta crítico fora do horário comercial.

Vocês têm relação operacional direta com SendGrid, Mailgun ou Postmark para acelerar processos durante a migração?

Não temos parceria comercial estruturada com nenhum dos fornecedores americanos. A coordenação acontece via canais de suporte público (ticket técnico no portal de suporte de cada um, ou documentação pública). Isso é deliberado: ter parceria comercial criaria conflito de interesse onde o cliente esperaria informação privilegiada que a gente não tem. Para Twilio (dona do SendGrid), a documentação pública cobre 90% dos casos de migração que aparecem; os outros 10% são casos específicos onde a equipe de suporte do SendGrid responde como responderia para qualquer cliente fazendo migração. Para Mailgun e Postmark, dinâmica similar.

A migração inclui treinamento sobre LGPD para o time interno do cliente?

Não inclui treinamento jurídico sobre LGPD. A documentação técnica do engajamento serve como evidência da relação operadora-controladora exigida pelos artigos 39 e 40 da LGPD, mas a interpretação jurídica e o trabalho de DPO continuam responsabilidade do cliente. Para empresa brasileira sem DPO interno (que ainda é situação comum em empresa de porte médio brasileira), recomendamos contratação de consultoria jurídica brasileira especializada em LGPD em paralelo ao engajamento de migração. A combinação dos dois trabalhos (técnico nosso + jurídico brasileiro) cobre ambas as dimensões da conformidade. A gente tem indicação de escritórios brasileiros parceiros que conhecem a documentação técnica nossa e podem usá-la como input.

Como começar

Auditoria do estado atual primeiro, plano de migração detalhado depois com escopo e timeline documentado

A primeira ligação cobre o cenário do cliente em detalhe (fornecedor atual, volume, integração da aplicação, exigência regulatória, prazo aceitável). O resultado é uma recomendação clara de tier com escopo, preço e timeline documentado.

Telefone +43 1 205 11 80 Seg–Sex · 9–18 CET
Email [email protected] Resposta média 4h em horário comercial
Escritório Fleischmarkt 1, 1010 Wien Com agendamento