A história costumava ser simples. Você começava no Postfix porque é grátis, confiável e está em toda parte. O seu envio crescia, a regulação por ISP ficava mais difícil de gerenciar na mão, e em algum momento você comprava uma licença de PowerMTA porque era isso que rodava o volume sério. De Postfix a PowerMTA era o caminho canônico, e a única pergunta real era em que escala você dava o salto.
Essa comparação ainda merece ser feita, porque os dois motores de fato estão em extremos opostos: gratuito e de propósito geral em um extremo, comercial e construído para outbound empresarial no outro. Mas a versão honesta desta página tem que dizer algo que a velha história deixava de fora. Um motor de código aberto, KumoMTA, ocupa agora o meio desse caminho. Ficar pequeno para o Postfix já não significa que uma licença comercial seja a sua próxima parada padrão.
Então esta página faz duas coisas. Compara PowerMTA e Postfix nos seus próprios termos, para que você veja exatamente o que a licença compra. E diz a você, em claro, onde o KumoMTA muda a decisão — porque hospedamos os três, e direcionar você à opção mais cara quando uma gratuita encaixa seria o contrário de útil.